As entidades representativas dos beneficiários do ProSaúde Integrado (PSI) — Sindieletro-MG, AEA, ABCF, Senge-MG e Sindicato dos Eletricitários de Juiz de Fora — acompanham a preocupação dos beneficiários com o envio, pela Cemig Saúde, do Termo de Reconhecimento de Devolução de Valores e Confissão de Dívida referente ao acordo judicial do PSI.
A dívida é referente ao reajuste técnico de 60,5% aplicado nas mensalidades do PSI a partir de março de 2025, e faz parte do Acordo Judicial aprovado pelos beneficiários. Parte destes valores foi devolvida em janeiro de 2026, e o montante foi sendo acumulado aos valores que deixaram de ser cobrados até maio de 2026. A partir do mês de junho a mensalidade do PSI passará a ser cobrada com a aplicação do reajuste de 60,5%.
O Acordo Judicial celebrado pela Cemig e as entidades representativas dos beneficiários estabeleceu a possibilidade do pagamento escalonado destes valores e o detalhamento foi feito pelo Comitê Gestor, definindo o pagamento após a implantação dos novos planos, em 24 parcelas, sem a incidência de juros e correção.
Ainda que o Termo de Reconhecimento de Dívida busque dar transparência ao que foi acordado e alertar os beneficiários para que se preparem para o pagamento, as entidades representativas, que acompanham com atenção os passos para a implantação dos novos planos, em respeito à demanda dos seus representados, irão solicitar à Cemig Saúde uma complementação explicitando o valor devido. O acesso às informações completas e a transparência são direitos fundamentais de todos os participantes dos planos administrados pela Cemig Saúde.
A defesa do Plano de Saúde passa, também, pela defesa da transparência, da boa-fé nas relações com os participantes e do respeito aos direitos de trabalhadores da ativa, aposentados, pensionistas e demais beneficiários.