Por Luis Borges*
O Presidente do Conselho Federal de Engenharia e Agronomia – CONFEA, gestão 2024-2026, o engenheiro de telecomunicações Vinicius Marchese Marinelli participou no dia 18 de agosto em São Paulo do evento VEJA Fórum Infraestrutura.
Segundo ele, “de cada 100 estudantes que ingressam nos cursos de engenharia, apenas 35 se formam, a maior taxa de evasão de todos os cursos do país. A maioria dos estudantes desiste. E, no final, só 15 dos ingressantes fazem o seu registro no Crea, ou seja, são esses 15% os que realmente atuam com engenharia. Grande parte acaba indo para o mercado financeiro. Então perdemos material humano que é essencial para executar todos os projetos”.
Os dados do CONFEA mostram que o Brasil está estagnado há décadas em uma proporção de 5 a 6 profissionais de engenharia para cada mil habitantes, enquanto em países desenvolvidos como o Japão e os Estados Unidos essa proporção chega a 25 e, mesmo em emergentes com populações enormes, caso da China e da Índia, é de 13 a 15 engenheiros por mil habitantes.
O que e como fazer para reverter esta situação?
Luis Borges é Engenheiro Mecânico formado pela UFMG, professor universitário de carreira encerrada, consultor especialista em Gestão Estratégica de Negócios, mentor e torcedor do América Futebol Clube.
Vive no reino das palavras, da música, do teatro e do conhecimento, em plena era da incerteza e de permanentes mudanças e reposicionamentos estratégicos.
*As opiniões aqui expressas são de total responsabilidade do autor, não correspondendo necessariamente, às do Senge-MG.