Na reunião da manhã desta quinta-feira (28), a Cemig apresentou uma contraproposta que, embora traga avanços, segue muito distante do que as entidades apresentaram e continuam defendendo.
A empresa insiste em manter o controle absoluto da governança da Cemig Saúde, mas afirma que o plano dos aposentados e os recursos do fundo seriam geridos por representantes dos beneficiários. Acredite se quiser.
Quanto ao retorno sem carência dos beneficiários e dependentes especiais excluídos por inadimplência, a Cemig preferiu não se comprometer. Limitou-se a dizer que responderá “o mais breve possível”.
No tema mais explosivo, a empresa continua exigindo o reajuste de 60,5% retroativo a março. Abriu, no entanto, a possibilidade de negociar esse ponto caso se feche um acordo.
Por fim, ficou pré-agendada uma nova rodada para 4 de setembro, que só será confirmada após a análise técnica da contraproposta por AEA, ABCF, Senge e Sindieletro, a fim de avaliar caminhos possíveis diante de tantas contradições.
Assim que tivermos o documento completo, divulgaremos para todos. As entidades seguem trabalhando incansavelmente para garantir o plano de saúde para todos e todas.